Discurso da Secretária Geral

Uma das partes mais marcantes da Cerimônia de Abertura do 19º MINIONU foi o discurso da Secretária Geral, Marina Oliveira.

Vamos postar na íntegra o que a SG dessa edição falou no último dia 12.

 

Discurso de Abertura – MINIONU 2018

“Tem dias que a gente acorda mais feliz que outros. Tem dias que a gente acorda mais esperançoso. Hoje, pra mim, é um dia feliz e de muita esperança. Ao longo deste último ano que se passou, tive a oportunidade de exercer a função de Secretária Geral do MINIONU 2018. Desde o fim do ano passado temos imaginado os rostos de quem comporia, posteriormente, a equipe MINIONU e quem seriam os delegados participantes desta edição. Tenho falado repetidas vezes um discurso, que me sinto responsável por repetí-lo aqui. Peço desculpas àqueles que já me viram falando essas palavras sorrindo ou chorando. Mas a única mudança possível é a partir do diálogo dos pensamentos diferentes. Eu vou falar, eu vou repetir quantas vezes forem necessárias. Na esperança de que, em algum dia, essas palavras permeiem ouvidos que ainda não foram atingidos.

Vivemos um momento político muito sensível, e não dá pra ignorar nossa responsabilidade social em falar sobre isso. Independentemente de partidos políticos, é necessário se posicionar diante das injustiças sociais. Neutralidade não existe. E quem se cala diante das injustiças, tende a fortalecer o grupo já favorecido. Ao mesmo tempo que me sinto extremamente triste com os últimos rumos da política brasileira, me pego pensando no último momento que senti um otimismo muito grande em relação à nossa conjuntura política, e tudo que me vem à cabeça são vocês. Alunos secundaristas.

A grande mudança que eu esperava da sociedade não veio de intelectuais rebuscados. Não veio do mercado de trabalho. Não veio das universidades brasileiras mais renomadas. A mudança veio de vocês. Quando vocês falaram “a escola é nossa”, eu ganhei gás. Eu senti vontade de ocupar também as minhas universidades e lutar pela educação.  Vocês são símbolos de resistência ao sistema. Vocês são a razão de eu estar aqui e são um lembrete constante: a juventude não é o futuro. Nós também somos o presente. E o presente é tudo que temos.

É difícil ser resistência num mundo que exige nosso engajamento todos os dias, todas as horas. Lutar cansa. Mas não podemos nos calar diante das injustiças. Pra toda piada machista, racista, homofóbica, misógina, xenofóbica e etnocêntrica, uma careta. Num mundo que constrói muros ao invés de pontes, nós somos a saída. O MINIONU é conexão com o outro. Aqui tem espaço de fala. Espaço de debate. Tem espaço pra todo mundo. Espaço de quebrar preconceitos e romper com o senso comum.

Todos os dias quando acordo, peço pra mim mesma muita calma. O mundo anda muito polarizado. Nós precisamos ter calma para mudar o mundo sem atropelar o outro. Não adianta tentar enfiar um jeito de pensar pela goela dos que pensam diferente. Essa postura muitas vezes nos distancia ao invés de nos aproximar da mudança. Gosto de pensar que a evolução é inexorável. Mesmo se você não quiser evoluir, você vai evoluir. Mesmo que seja aos poucos, mesmo que demore muito. Por isso, mesmo que seja difícil, tenham paciência. Conversem com as pessoas ao seu redor. Não aumentem o tom da voz. Repitam quantas vezes precisar. Um dia, suas palavras de justiça vão inundar as pessoas ao seu redor.

É hora de se colocar no lugar do outro. Compreender que a história não tem só 1, nem só 2 lados. Perceber que ninguém é totalmente bom ou mal. A gente é isso. Essa mistura. Essa luta constante em buscar fazer boas escolhas todos os dias. Aprender se faz compartilhando ideias e experiências, de forma horizontal e recíproca. Nosso conhecimento nunca deve ser utilizado para humilhar ou oprimir o outro, mas para emancipar nós mesmos e aqueles que nos cercam. Assim, espero que o amor à sabedoria seja prerrogativa de todos aqui presentes durante esses 4 dias.

Desejo que vocês sejam fortes e resilientes durante este MINIONU, porque aprender dói. Não dói? Dói demais entender a causa da dor do outro. A gente mal mal consegue administrar nossas próprias dores. Quem dirá tentar mergulhar em alguns mil anos de história pra compreender porque civilizações tão próximas e parecidas  brigam tanto. Tem dias que me pego pensando: “afinal, aonde é que nós erramos hein?” Como é que a gente deixou chegar nesse ponto? De repente, me vejo perplexa, indignada, frustrada. Como dói… Apesar dessa dor, não podemos desanimar. A luta há de continuar. Nada nem ninguém pode nos tirar a esperança de um mundo melhor.

Durante 4 dias, vocês serão as pessoas mais importantes do mundo: diplomatas, chefes de Estado, representantes de Organizações Internacionais. Vocês terão a oportunidade de debater sobre questões variadas da conjuntura política internacional. Vocês terão nas mãos, a possibilidade de propor resoluções para problemas até então insolucionáveis. Vocês estarão fazendo políticas públicas. A voz política de vocês importa, aqui, agora, e quando vocês voltarem para casa também! Eu vou repetir essa frase, porque não tenho certeza se vocês entenderam o seu significado. Apesar de vivermos em uma sociedade adultocêntrica, onde crianças e jovens são muitas vezes subjulgados, como imaturos, inexperientes, sonhadores, e por isso, sem credibilidade, eu repito: a voz política de vocês importa. É claro que os conhecimentos de adultos, idosos, professores também é importante. Mas vocês não são papéis em branco. Vocês trazem consigo experiências, vivências e conhecimentos que também precisam ser levados em consideração. Tratam se de saberes diferentes, mas que não devem ser classificados de maneira hierárquica. Lembrem-se disso.

Se indignem com as injustiças sociais. Fiquem incomodados. Questionem. Não hajam com naturalidade. Fiquem furiosos. O MINIONU acontece todos os anos pra isso. Pra incomodar. Eu vim da escola pública e estadual. E pra mim, dói muito saber que milhares de jovens como vocês, da idade de vocês, com a vitalidade de vocês, jamais conhecerão o MINIONU. É por isso que hoje eu abraço vocês. Com a esperança de que vocês serão agentes do MINIONU quando voltarem para casa. Nós precisamos de vocês pra deixar esse mundo um pouco menos injusto. Eu preciso de vocês para falarem por quem não pode falar neste momento. Eu preciso que vocês deem nascimento aos invisibilizados, aos negros, pobres, favelados, à comunidade LGBT, às mulheres, aos portadores de necessidades especiais, aos povos quilombolas, indígenas, aos idosos, à população carcerária, à toda e qualquer parcela da população marginalizada.

Vivam intensamente esses 4 dias de MINIONU. Mas não deixem o aprendizado morrer aqui. Voltem para as escolas de vocês. Mudem a sua realidade local. Criem seus próprios modelos de simulação interna. Espalhem essa prática de simulação, debate e diálogo para aqueles que não estão aqui. Somos 1.500, mas podemos ser muito mais.

Não podemos parar de resistir. O MINIONU é a forma que todos nós da equipe escolhemos para canalizar todas as frustrações, indignações e decepções  que tivemos durante este ano de 2018. O MINIONU é o nosso jeito de defender e lutar por um mundo melhor, mais justo e democrático. Vocês, alunos secundaristas, foram o motor que levou a equipe MINIONU a continuar andando para frente, apesar dos apesares. O mundo precisa de nós.

Deixamos nossas casas e bolhas sociais; entramos no mundo. Aproveitem pelos que estão aqui e pelos que não estão também. Compreendam a singularidade de cada povo, se orgulhem por pertencermos ao sul global. Olhem de maneira crítica para os fatos. A história é escrita pelos vencedores. Escrevam novas histórias.

O momento é de incertezas políticas, sociais e econômicas, no qual os direitos estão sendo constantemente violados e suprimidos. Por isto, sendo nós, sujeitos críticos, devemos resistir e defender os valores democráticos, sabendo ouvir, enquanto tantos apenas esbravejam suas verdades absolutas. Cuidado com as coisas que vocês escutam, vêm, falam e reproduzem. As pessoas estão nos vendo. A sua voz pode ser utilizada tanto para emancipar o ser humano, quanto para violentar. Em tempos de pós-verdades e fake news, cujo único objetivo é nos transformar em massa de manobra, precisamos lutar para amar sem temer.

Escolham as suas causas e lutas. Sejam fiéis a essas causas. Coloquem alma e verdade em cada batalha. Façam o que vocês amam fazer. Não deixem o mundo desestimular vocês. Vão ter dias que vocês vão acordar com preguiça de lutar. Vão ter dias que vocês vão estar mais cansados que outros. Mas resistam. Lembrem-se sempre que os poderosos podem matar uma, duas ou três rosas, mas jamais conseguirão deter a chegada da primavera.

Eu espero, num futuro muito próximo, ser atendida por médicos que um dia participaram do MINIONU. Encontrar com policiais que foram delegados do MINIONU. Espero ir na padaria e perceber que a balconista e o padeiro também participaram do MINIONU. O pizzaiolo, o juíz, o professor, o pedreiro, o advogado e o veterinário. Todos delegados do MINIONU. Nesse dia, eu vou ter certeza: o mundo vai ser melhor, o pão e a consulta médica também. MINIONU: ilha de afeto num oceano de disputa. MINIONU: o nosso jeito de mudar o mundo.

Eu, Marina Oliveira, Secretária Geral desta edição, declaro aberto o MINIONU 2018! Obrigada!”

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Onde comer?

O 19º MINIONU começou! Sabemos que é o maior modelo de simulação da América Latina, portanto, vêm pessoas de todo o país participar conosco dos debates.

Pensando nisso, resolvemos pontuar os restaurantes próximos à PUC que estarão abertos nos dias do evento. Assim fica mais fácil fugir daquela fila imensa ou encontrar algo que você gosta mais.

Não listamos nada muito longe. No máximo 5 minutos de caminhada. Aproveitem bem as horas de almoço, o Coreu tem uma variedade muito grande de estabelecimentos.

 

ALMOÇO:

Existem vários restaurantes bem próximos a PUC. A maioria dos que listamos, ficam na Avenida principal (Av. Dom José Gaspar) logo em frente à Universidade e na Pracinha, na Rua Coração Eucarístico de Jesus.

  • Due Fratelli – Self-service 34,90 kg
  • Pomodori – 2 fatias de pizza + 1 suco (laranja ou limonada) por 21,78
  • Racho Mineiro – Self-service 49,90 kg (10% de desconto para pagamento no dinheiro)
  • A Granel – Self-service 59,00 kg (10% de desconto para participantes do MINIONU)
  • Dona Doca – Self-service 35,00 kg
  • Bar do Rosa – Self-service sem balança, 10,00 com 1 carne
  • Bandeco – Self-service sem balança, 15,00 com 1 carne
  • Sushi Japa Chan – Self-service 64,90 kg
  • Botequim do Demerval – Prato feito a partir de 15,90
  • Varanda do Coreu – Self-service sem churrasco 39,90 / Self-service com churrasco 49,90 (domingo 54,90kg com ou sem churrasco) – 7% de desconto para pagamento em dinheiro

OUTROS:

Existem também opções para quem não quer almoçar ou comer algo além de comida.

  • Supermercados EPA
  • Drogaria Araújo
  • Padaria Pão Fofo
  • Panificadora Coração Eucarístico
  • Boca do Forno – De 9 às 20h
  • Subway – Abre às 10h

 

SOBREMESA:

Durante os dias do evento, as temperaturas estarão altas. É bom se refrescar.

  • Jah do Açaí
  • Salada Sorvetes
  • Cremê – Açaí e Creme de Frutas
  • Sorvetes Paletitas

 

NOITE:

Considerando que a simulação acaba às 18h no sábado e domingo, temos algumas opções de lanches em lugares que abrem mais tarde.

  • Artesanal Burger e Beer – Abre às 17h / Sanduíches a partir de 10,90
  • Da Terra, Pizzaria – Abre às 17h / Pizzas a partir de 7,90
  • Coreu Burger – Abre às 18h / Sanduíches a partir de 17,90
  • Blend Burger n’ Beer – Abre às 17h / Sanduíches a partir de 12,00

 

Aproveitem!

Dicas para o texto do jornal

O texto jornalístico difere em diversos aspectos do texto de uma redação dissertativa
argumentativa, muito pedida pelo ENEM. Para se fazer um texto para o jornal impresso ou algum veículo de web, é preciso ter foco e atenção apenas na informação dada, e não no desenvolvimento da história.

Para que se tenha um texto bem redigido, antes de tudo, é preciso que tenha total compreensão da informação que está sendo redigida e também algumas normas jornalísticas. Algumas diferenças são notáveis, o texto para o jornal possui uma gama de normas e regras a se seguir, deixando uma espécie de modelo pronto para escrever uma matéria ou reportagem. Veja algum deles:

  • Lead

O lead é o primeiro parágrafo de um texto jornalístico. Nele, existe um “resumo” de toda a reportagem. Um bom lead deve ser conciso e direto ao ponto, mostrando as informações primordiais da matéria, seu ponto central.

O lead responde as seis possíveis perguntas que um leitor pode ter ao ler o texto: Quem, O quê, Quando, Onde, Como e Por quê.

Em inglês, essas seis perguntas são conhecidas como as “wh questions” (Who, What,
When, Where, How e Why). Existem diversos modelos de lead que podem se encaixar de
acordo com o perfil da matéria, sendo eles descritivos, literários, simples, composto, etc. Uma outra informação primordial para que um lead seja bem escrito, é que ele usa o
modelo da pirâmide invertida.

  • Modelo da pirâmide invertida

Esse é um modelo jornalístico que afirma que as informações mais importantes de uma
matéria devem se concentrar todas em seu primeiro parágrafo. Se a sua matéria fala
sobre uma confusão no entorno do Mineirão durante a final da Copa do Brasil, todas as
informações mais importantes a respeito disso devem se concentrar já no primeiro
parágrafo. No segundo parágrafo, se encontram as informações subjacentes, como
relatos de pessoas que estavam no Mineirão na hora da briga. Já o terceiro parágrafo, se
encontram as informações que complementam as dúvidas dos leitores, como o que
disseram as pessoas envolvidas no caso, relatos de pessoas importantes sobre o
ocorrido, etc.

lead

  • Fotografia e legenda

Outra coisa muito importante de se falar é que esse texto tenha uma imagem bem
escolhida. A imagem da sua reportagem não pode ser escolhida de forma aleatória, é
preciso que a imagem ilustre muito bem o que está sendo falado, de forma que dê uma
dimensão da informação para o leitor. A legenda da imagem, apesar de poder ser
descritiva, pode ser um texto que complemente a informação dessa imagem, o que é chamado no jornalismo de texto-legenda.

Nunca se esqueça de checar sua informação mais de uma vez antes de publicá-la, é muito importante que um jornalista tenha plena certeza do que está falando, para não publicar qualquer coisa. Lembre-se sempre: Não existe “enrolar linguiça” no jornalismo, seu texto deve ser bem recheado de informações e, acima de tudo, disposto com uma escrita que não canse o leitor. E claro, não se esqueça de fazer um título, que não seja muito grande ou muito óbvio. Tente usar palavras diferentes das utilizadas logo nas primeiras linhas.

 

Pile of Various newspapers over white background.Vocês irão redigir notas para três jornais, por isso, é importante estarem seguros de seus textos. Estudem a técnica jornalística, mas estejam atentos em tudo que ocorre durante os debates do comitê que está cobrindo. Registre tudo, faça anotações. Não confie na sua cabeça, nós nunca nos lembramos de tudo! É melhor ter conteúdo de sobra do que pouco material.

O MINIONU está chegando! Sua experiência como repórter também!

 

Apresentação dos Delegados

É com muito prazer que apresentamos a nossa equipe de delegados/repórteres do Comitê de Imprensa do 19º MINIONU.

Estamos muito felizes com a participação de todos e temos certeza que faremos a melhor cobertura das nossas vidas!

Somos ao todo, 88 pessoas trabalhando dentro do Primal Times para repassar as mais de mil pessoas que participarão da simulação, tudo que acontece.

Faltam 4 dias!

 

Gabriel PetriGabriel Petri

Meu nome é Gabriel Petri, tenho 18 anos, estudo no Ifes – Campus Aracruz, esta é minha segunda oportunidade de estar no Minionu e eu espero aproveitá-la bastante, tendo em vista que também é a minha última participação no evento.  No geral, sou uma pessoa muito extrovertida, gosto de fazer piadas (aquelas bem ruins mesmo, sabe?) e também gosto de jogar aquele futebol para desestressar (ou não né). E, ah, por falar em futebol, sou vascaíno, é, a situação tá crítica, eu sei… e ainda namoro uma flamenguista que me ajuda a perceber o quanto eu torço para um “ótimo” time. Esta é a minha primeira vez num comitê de imprensa, e como sou uma pessoa que gosta bastante de redigir, acredito que será uma boa oportunidade para desenvolver a escrita e o trabalho em conjunto! No mais, acredito que essa é uma pequena, mas bem completa descrição sobre mim e sobre meus anseios para o evento deste ano! (Repórter do Comitê FAO (2017)) 

 

Maria Alyce

Maria Alyce

Já aviso que não sou boa com descrições. Mas essa foto fala um pouco sobre mim: alegre, engraçada (pelo menos é o que dizem). Meu nome é Maria Alyce, tenho 16 anos e estou  no 2° ano do curso técnico em meio ambiente integrado ao ensino médio, no IFES Vitória. Tenho afinidade com muitas coisas, dentre elas: amo cantar, até participo do coral da minha escola. Também gosto de séries, memes e piadas. Admiro matemática, amo química, curto literatura. Enfim, meus gostos são variados. Espero que tenhamos um comitê que supere todas as expectativas. #COMPROMETIDOSCOMAVERDADE (Repórter do Comitê CPSUA-CSNU (2018))

 

Kênia LaporteKênia Laporte

Meu nome é Kênia Laporte, tenho 18 anos e estudo no Ifes – Campus Aracruz. Esta é minha terceira, e última, participação no Minionu, infelizmente. Sempre fui apaixonada por debates e geopolítica, por isso me identifiquei muito com o projeto de Simulação Geopolítica do Ifes e com o Minionu. Ambos os projetos me fizeram ver o mundo de uma maneira extraordinária, e me fizeram amar mais o próximo. No geral, sou uma pessoa bem tagarela, apaixonada por organização (eu faço listas para tudo), bem agitada e viciada em livros. Quem me conhece sabe que não existe pessoa mais ariana nesse mundo do que eu, mas ter ascendente em touro já da uma ajudinha, e me faz ser bem amável em boa parte dos momentos (e bem comilona, só para enfatizar). Esta é a minha primeira vez em um comitê de imprensa, e o escolhi porque sempre ouvi que a equipe ama interagir, que o comitê é bem agitado, e porque eu amo a leitura, a escrita e a fotografia. No mais, não se assustem com minha voz super alta, meus risos sem sentido e com minha organização absurda. Aguardo ansiosamente pelos dias de crescimento e aprendizado que estão por vir! (Repórter do Comitê FAO (2017))

 

João Ricardo

João Ricardo

Olá meu nome é João Ricardo e eu definitivamente não sei montar uma apresentação porque eu sou fechado demais pra isso. Eu adoro música e em geral eu sou muito bem humorado, embora meu rosto não colabore muito com essa hipótese. Filosofia é meu terceiro nome e eu simplesmente amo estudar tudo o que me contradiz ou é complicado demais. Eu tenho 16 anos e um cachorro muito bonito também. (Repórter do Comitê ASEAN (2018))

 

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Isabella Travassos

Sou Isabella Travassos, estudo no Colégio Pitágoras desde que me entendo por gente. Desde quando tenho 11 anos (e estava assistindo à Gossip Girl) sonho em ser Jornalista de Moda. (Repórter do Comitê AGNU (2018))

 

 

 

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Rafael Lara

Realmente gosto de escrever… Escrever é expressar-se, é por no papel cada sentimento que flui pelo ser humano, é a chave para libertar-se, autodescobrir-se, é o modo encontrado para concretizar o fluxo constante de pensamentos que atravessam cada ser vivente. Agora, mudando de assunto, gosto muito de cachorros, de doces e de viajar. Amo Filosofia e História e ainda não sei o que vou fazer da vida depois da escola… Enfim, isso é um pouquinho do que acho que sou.(Repórter do Comitê LN (1921))

 

 

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Isis Terciano

Meu nome é Isis Terciano, tenho 16 anos e estou cursando o 2º ano do ensino médio no Colégio Salesiano Jardim Camburi. De modo geral, sou uma pessoa pé no chão, 100% de humanas e bem humorada, mas esse meu bom humor às vezes pode sofrer algumas alterações bem drásticas. Sou a louca da organização, viciada em séries e completamente apaixonada por história, culinária, música, ainda mais quando são músicas da Beyoncé, e astrologia, aliás, sou capricorniana com ascendente em touro, caso essas informações lhes sejam úteis. Além disso, aderi ao vegetarianismo há mais de um ano e sou envolvida na luta pela igualdade de gênero. Estou muito ansiosa para minha estreia na MINIONU e minhas expectativas para o comitê de imprensa são as melhores! Espero que essa experiência me proporcione muito aprendizado, momentos incríveis e amizades! (Repórter do Comitê CDH(2018))

 

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Anna Luiza

Olá! Meu nome é Anna Luíza e tenho 16 anos. Sou apaixonada por música, fotografia, livros, teatro, cinema, na verdade gosto um pouco de tudo e estou sempre interessada em aprender coisas novas. Tem gente que fala que sou muito séria e pareço ser brava mas só pareço mesmo, na verdade sou bem tranquila e amo conhecer novas pessoas. Principalmente pessoas que tenham opiniões diferentes da minha e gostem de debater sobre qualquer assunto. (Repórter do comitê OEA (2016))

 

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Maria Eduarda

Olá, meu nome é Maria Eduarda, tenho 16 anos e estudo no colégio Cristão Atos. Por ser meu primeiro ano no MINIONU, decidi começar com o pé direito, saindo da minha zona de conforto, já que sou uma pessoa bastante tímida. Creio que no Primal Times irei descobrir meu outro lado, ampliar meus conhecimentos e fazer novas descobertas que levarei por toda minha vida. Minha vida é baseada na simplicidade, sou uma pessoa bastante paciente pra algumas situações, mas ansiosa em outras. Gosto de ler, escutar musicas e ate mesmo cantar, mas minha paixão mesmo é cozinhar. Me descrever é meio complicado, às vezes nem sei bem quem realmente sou, gosto de aproveitar os momentos com as pessoas que me fazem bem, adoro conhecer pessoas novas mesmo que demore algum tempo para realmente me soltar. Por fim, gostaria de dar uma dica para todos vocês, não deixem a graça passar durante esses três dias. (Repórter do Comitê OEA (2016))

 

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Eduarda Fonseca

Libriana com ascendente em aries, tenho 15 anos, estudo no Colegio Arena e sou de Goiania. Apaixonada em livros, musica, fotografia, café, dança e em tudo que me faz expressar meus sentimentos. É minha primeira vez na MINIONU e eu espero que seja uma oportunidade para eu perder um pouco da minha timidez -que de acordo com meus amigos dura apenas nos primeiros minutos-. Gosto de tudo que me encanta a primeira vista, acho que por isso sempre gostei do céu. “Meus pensamentos são estrelas que eu não consigo arrumar em constelações”, mas nada que um chocolate quente não resolva. Essa foi uma curta descrição meio curta minha mas consegui sintetizar minha essência em algumas palavras. (Repórter do Comitê CDH (2018))

 

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Amanda Moraes Dias

Amo crianças, acho que essa é a primeira coisa que alguém descobre quando conversa comigo, e sou louca com todos os animaizinhos, meu sonho é ser vegetariana mas realmente não consigo… Minha vida e meus sentimentos são uma zona e o único momento que me dá um senso de organização é quando eu estou escrevendo, essa é a minha maior paixão. A cara de responsável disfarça o tanto que eu sou besta, faço palhaçada e rio de tudo. Ah, e eu sou beeem estabanada… meus joelhos quase sempre estão ralados! As patadas são frequentes mas eu juro que sou puro amor!! (Repórter do Comitê CPSUA-CSNU (2018))

 

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Emylle Gouveia

Meu nome é Emylle, tenho 15 anos, e estou cursando o 1°ano do ensino médio no Colégio Cristão Atos. Sou uma menina bastante focada em tudo que tenho que fazer, busco sempre mostrar a minha capacidade artística/profissional, dando o meu melhor. Alguns falam que mantenho muito a cara emburrada, e que isso me deixa com um ar de mais velha, mas que quando dou um sorriso pareço uma criança de 8 anos, sinto que meu sorriso e contagiante! Não sei controlar minhas emoções ligadas a raiva, empatia, carinho e outros. Mesmo eu sendo muito calada, sempre quando eu gostar ou não de algo, vou demonstrar mesmo não sendo com palavras. Essa é a minha primeira vez na Minionu, espero que esta nova experiência me traga muitas lições, estou contando os dias, quanta ansiedade! (Repórter do Comitê AGNU (1972))

 

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Vinícius Verona

Meu nome é Vinícius Verona, tenho 17 anos, sou estudante do colégio Bernoulli. Esta é minha primeira oportunidade de participar da Minionu, espero que de várias, e espero aproveitá-la o máximo possível. Será um enorme prazer fazer parte da imprensa e acredito que me ajudará muito a ampliar minha visão acerca de temas muito debatidos atualmente, além de aumentar o meu contato com um mundo maravilhoso da mídia e do jornalismo. No geral me considero uma pessoa meio termo no quesito de ser extrovertido ou tímido (sim, sou meio termo em várias coisas…), adoro esportes, principalmente os que envolvem velocidade e adrenalina, sou amante do mundo da fotografia, jornalismo, tecnologia e entretenimento. Enfim, gostaria de falar muito sobre mim, mas para resumir, esse é quem eu sou e tudo o que procuro encontrar com este maravilhoso evento! (Repórter do Comitê OMI (2018))

 

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Emmanuelle Ladaim 

Meu nome é Emanuelle Ladaim Freire, eu tenho 16 anos e estou cursando o 2º ano de Eletrotécnica Integrado ao Ensino Médio no Ifes – Campus Vitória. Esse ano é o meu primeiro no MINIONU, embora já simule há três, e espero gostar bastante, já que será o único. Sou uma pessoa bem sorridente, tagarela e que ama trabalhar em grupo, além de ser extremamente organizada. Amo matemática, embora queira fazer direito (julgue-me), assim como amo séries (The Blacklist é a melhor série), filmes e esportes (principalmente americanos – caso você acompanhe futebol americano, basquete ou futebol, vá na frente do espelho e aplauda a si mesmo, você merece). Enfim, é isso aí. (Repórter do Comitê AGNU (2018))

 

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Arthur de Melo

Olá meu nome é Arthur de Melo, tenho 17 anos, estudo no Colégio Santa Maria NS no 3° do EM, é meu primeiro e ultimo ano no MINIONU sendo que eu só topei participar por causa da experiência. Eu gosto de viver coisas novas e diferentes, sou um cara fanático por futebol, amo ir em shows, sou um cara que faz piada de tudo, mas tudo mesmo, um pouco introvertido e que não consegue parar quieto. Escolhi participar do Comitê de Imprensa porque achei que seria uma experiência mais produtiva para mim já que é o único ano que poderei participar. (Repórter do Comitê CE (2019))

 

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Gabriela Poloni

Meu nome é Gabriela Poloni, mas todo mundo me chama pelo meu apelido de infância (bibi). Eu tenho 16 anos e estudo no Colégio Salesiano Jardim Camburi em Vitória, ES. Bom, eu gosto muito de sair com meus amigos, viajar e meu hobbie preferido é ver série, me enrolo toda porque sempre começo uma nova. Tenho uma paixão inexplicável por animais, inclusive tenho uma cachorrinha chamada lua, e por isso me tornei vegetariana já faz quase um ano. Sou bem extrovertida e sempre gosto de demonstrar meu carinho pelas pessoas. Minhas expectativas para essa viagem estão bem altas, pois eu espero muito que seja uma experiência boa para o meu aprendizado e que ao mesmo tempo eu me divirta. (Repórter do Comitê OTAN (1999))

PrimalCast: Simulação dos Professores

Para encerrar, agora, faltando menos de uma semana para o 18º MINIONU, fizemos um podcast exclusivo para os Professores.

A simulação para eles esse ano está repleta de novidades e por isso, conversamos com o Pedro Diniz, diretor das discussões que envolvem o guia de estudos, que tem como tema o AGNU (2017) e com a professora, Maria da Consolação, do curso de Serviço Social, que está ajudando na elaboração de todas as atividades habituais voltadas para os discentes.

A narração desse programa foi feita por Luiza Rocha.

Ficamos por aqui e até semana que vem! Esperamos que vocês tenham gostado tanto dessa nova plataforma como nós.

Um agradecimento especial aos nossos monitores, na elaboração do roteiro, aos nossos locutores incríveis e a toda equipe do Laboratório de Áudio da PUC Minas, campus Coração Eucarístico, pela ajuda na produção e edição dessa série de podcasts. Que possamos continuar essa parceria por mais anos!

Ouça o último podcast do MINIONU 2018 na Rádio Online da PUC Minas.

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“Aquilo que resta de nós” – O abuso dos capacetes azuis da ONU

Já que o MINIONU se constitui como a maior simulação nos moldes da ONU da América Latina, resolvemos trazer o resumo de um livro lançado recentemente, que trata sobre mulheres haitianas que foram estupradas por soldados da ONU.

Que possamos ter consciência crítica e entender que, mesmo que pareça, nem tudo são flores. “Aquilo que resta de nós” é um relato de histórias reais que chocam e machucam. O jornalismo precisa continuar denunciando casos ocultos e graves. É uma leitura obrigatória, para que possamos pensar melhor: Qual o meu jeito de mudar o mundo?

Por Lisle Guimarães

O livro “Aquilo que resta de nós”, retrata as vidas de mulheres haitianas que tiveram seus destinos completamente mudados. Quando muitas vezes, pela fome excessiva que sentiam, devido à miséria instaurada no Haiti, eram ludibriadas por oficiais da missão de paz da ONU, que lhes davam comida e, logo depois, as estupravam.

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Jacquendia, Martine, Régine, Izafana, são quatro das inúmeras histórias de estupros cometidos por capacetes azuis no Haiti. Mulheres que tinham sonhos, que buscavam uma mudança de vida em meio a tanta pobreza, queriam um futuro melhor do que seus pais tiveram. Mas depois de ato tão brutal ocorrido em suas vidas, todos os sonhos e esperanças caíram por terra. Uma gravidez inesperada vinda de quem as deveria proteger e não estuprar.

Assim, sendo considerada muitas vezes a desonra da família, tendo que criar um filho fruto de tamanha violência, não tinham ajuda alguma de seus algozes, encontraram por vezes na prostituição o único modo de sobrevivência. Com a marca da vergonha pelo ocorrido e sem condições de pagarem os altos preços cobrados pelos advogados, para se fazer a denúncia dos crimes, não faziam a ocorrência de imediato. Passados até anos, quando finalmente fizeram as denúncias, encontraram barreiras como a descrença em relação aos seus relatos, burocracia e negligência das entidades legais sobre os casos, além da mínima penalização dos culpados.

Apesar de todas as histórias tristes contadas, espera-se que ao menos haja um final feliz, que alguma delas consiga a justiça que tanto merece, mas trata-se de vida real e não conto de fadas. O final que se apresenta é tão duro que se sente um gosto amargo na boca, pois elas continuam na miséria, sem condições alguma de criarem seus filhos. Os culpados estão livres e as entidades tapam os olhos e os ouvidos para tal situação, negligenciando um problema tão iminente e preocupante como esse.

 

O Jornalista

PÁGINAS-Igor-PatrickCom uma linguagem simples, mas nem por isso, menos tocante, Igor Patrick mostra de forma sucinta, além das histórias dessas mulheres, um jornalismo impressionante. Com desafios ao abordar um tema tão complicado, mas também a chance de trazer a luz, histórias que estão nos escombros da sociedade.

Apesar de todas as dificuldades logísticas e técnicas para realizar a reportagem, por estar em outro país, além de não falar francês fluentemente, o jornalista contou com  a ajuda de várias pessoas para se chegar às personagens dessas histórias e poder relatá-las. Como por exemplo,  a de sua tradutora que o ajudou para que as mulheres se abrissem e sentissem confiantes em contar suas histórias, “durante as entrevistas ter a Faradjine Alfred comigo foi essencial, já que percebia que ela funcionava como um escudo entre eu e as mulheres”, conta ele.

Depois de ter vivenciado tal experiência, Igor diz que muita coisa mudou em sua vida e, uma delas foi sua concepção de mundo. A mais marcante foi a de ter conhecido o filho de Martine, que vivia em absoluta miséria e era resultado de um estupro cometido por um soldado brasileiro. Tomado de vergonha e raiva, tentou ajudar Martine para que pudesse fazer a denúncia e assim poder identificar o soldado para que ele fosse julgado pelas entidades legais.

Mas, não recebeu respostas satisfatórias e apesar de todo o seu esforço não conseguiu ir além, pois o sistema é falho e não coopera para que a justiça chegue até essas mulheres. Porém ainda lhe restou uma última chance, o ofício de todo jornalista, o de relatar, “minha arma foi traduzir minha indignação em palavras, na esperança de que outras pessoas ficassem tão enraivecidas com eu. Ao fim e a ao cabo, a caneta e o papel são e continuam sendo as ferramentas mais poderosas para mudar o mundo”.

PrimalCast: CMA (2018)

O comitê CMA (2018), Conferência das Partes na Qualidade de Reunião das Partes no Acordo de Paris. É a 3ª edição dessa Conferência que visa debater sobre a implementação e a regulamentação do Acordo de Paris. O CMA é um acordo que pretende reduzir a temperatura média global e limitar o aumento da mesma.

O podcast foi gravado com a diretora Aimara Cobério, com ajuda da monitora Luiza Castro e narração de Beatriz de Pinho.

Ouça o programa na Rádio Online da PUC Minas.

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PrimalCast: CDH (2018)

O podcast do Comitê CDH (2018) foi gravado com a diretora Maria Paula Britto, com ajuda da Bruna Bentes e locução de Beatriz de Pinho.

A Comissão de Direitos Humanos de 2018 irá debater Violências e Discriminações com Base em Orientação Sexual e Identidade de Gênero, onde essas violências perpassam por estigmas sociais até violências e torturas explícitas. O debate vai perpassar pela construção histórica social da homofobia, para culminar em soluções que mitiguem as discriminações.

Ouça o programa na Rádio Online da PUC Minas.

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PrimalCast: FAO (2017)

O comitê FAO 2017, que discute a crise no Iêmen, um país cuja população está privada de uma série de direitos básicos, como alimentação, saúde e segurança. De acordo com dados do Banco Mundial, o Iêmen é o segundo país mais pobre da região do Oriente Médio e norte da África e, atualmente, mais de 60% da população iemenita sofre de insegurança alimentar. Esse, entre outros fatores, classifica o Iêmen como estando em uma crise alimentar gravíssima e é justamente esse o ponto de partida para as discussões do comitê.

O podcast foi gravado com o diretor Marco Túlio Morais, com narração de Rafael Coutinho e ajuda da monitora Giovanna Fávero.

Ouça o programa na Rádio Online da PUC Minas.

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Dicas para a TV

Você, repórter do Primal Times, sabe que terá que gravar um vídeo para a TV Primal, certo? Se está sabendo agora, significa que não leu o nosso Guia de Estudos.

A equipe de TV preparou dois vídeo e um texto de dicas, sobre como escrever o seu texto e como se portar frente as câmeras.

Se prepare, o MINIONU está chegando!

 

Nos dias do evento, você também irá cobrir o seu comitê para a nossa TV, essa parte da
cobertura deixa algumas pessoas muito felizes e animadas, mas outras nem tanto. E por
isso queremos tranquiliza-los e dizer que iremos estar ao lado de cada um para tornar esse momento ainda mais enriquecedor. Por isso não poderíamos deixar de separar algumas dicas importantes para que você se saia bem na TV Primal.

As primeiras dicas farão com que você se porte da melhor maneira na TV, elas se resumem em:
1. Não balançar enquanto estiver gravando;
2. Focar o olhar na câmera;
3. Tomar cuidado com a aparência.

Para finalizar as dicas deixamos a parte mais importante, a forma como a sua mensagem
chegará ao seu público. A verdade é que não adianta ter a melhor postura diante das
câmeras se você não souber falar de maneira clara e objetiva. Por isso cuide do seu texto,
para que ele seja de fácil compreensão.

 

Não fique nervoso! Sua experiência jornalística será incrível, pode apostar!